SwáSthya Yôga - Universo Yôga http://www.universoyoga.org.br Rua Cel. Joaquim Ferreira Lobo, 303 - Vila Olímpia - São Paulo - SP pt-br Universo Yôga 200 63 http://www.universoyoga.org.br http://www.universoyoga.org.br/images/logo_swasthya.jpg contato@universoyoga.org.br Reflexão Trabalhista http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=33 Por Fábio Euksuzian A maturidade, intrinsicamente ligada à impiedosa passagem do tempo nos dá em algum em algum momento de nossa existência a percepção da satisfação que brota de nosso âmago quando encontramos um sentido para nossa vida. Já percebeu quantas coisas você faz e que são desprovidas de sentido? Na verdade, se analisarmos o que está em nosso redor, praticamente nada está baseado em um certo nível de lógica. Debrucei-me em uma superficial reflexão sobre o sentido, a razão de ser de algumas coisas que a humanidade criou para ela mesma. Em questão de minutos, constatei assustadoramente que praticamente tudo que fazemos é desprovido de um bom senso ou propósito realmente verdadeiro. Fique tranqüilo, não será mais um discurso sobre o sentido da vida, de nossa existência, pra onde vamos, blá, blá, blá. Irei me ater ao significado que encontrei no dicionário à palavra sentido: bom senso, juízo, intento, propósito, objetivo, lógica, cabimento, razão de ser. Tomando por base que a Leaders é uma revista sobre negócios, resolvi escolher um tópico que interesse aos leitores e que ao mesmo tempo é no qual gastamos a maior parte do tempo de nossas vidas, e isto é um fato estatístico: o trabalho. Poucas pessoas sabem que o termo trabalhar provêm do latim tripaliare, que significa martirizar com o tripalium (instrumento de tortura da época medieval). Será que é por isso que tacitamente o termo trabalho é aplicado no sentido de esforço, cansaço e/ou algo forçosamente ruim? Daí a expressão “dar trabalho” Ex: “Você acha que irei me dar ao trabalho de ler esta coluna” ou “Você me dá um trabalho desgraçado!”. Será que é isto mesmo que deveria significar? Meditemos (no sentido de pensar) juntos: se passamos mais da metade de nossas vidas trabalhando; se acabamos nos tornando aquilo que fazemos repetidamente; deveríamos gastar nosso preciosíssimo tempo de nossa breve passagem pela Terra para nos torturarmos, executarmos durante anos a fio aquilo com o qual não temos a menor afinidade e não nos proporciona prazer e satisfação? Pois é, é isto o que a maioria dos seres humanos faz. E ainda nos intitulamos homo sapiens(será que um macaco concordaria com isto?). Eu sei que você vai dizer que existe toda uma pressão, expectativa social e familiar de que nos encaixemos em um padrão(ou caixão)especialmente moldado para nós. Mas, até que ponto vale a pena sacrificar sua saúde, qualidade de vida, tempo, realização e sonhos em troca de uma bem sucedida carreira que lhe trará dinheiro, status e a tão perseguida estabilidade e segurança? Perdi a conta do número de alunos meus que possuíam tudo isso e declaravam-se totalmente infelizes. “Escolha um trabalho que ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida” Confúcio Não estou dizendo que não devemos obter estes valores tão intrínsecos a sociedade mundial, mas questionando o caminho para conseguí-las. O reconhecimento pessoal e a recompensa financeira deveriam ser conseqüências de se fazer bem aquilo que gostamos e não o fator primordial para se enveredar em qualquer profissão. Outro dia, brotou em minha cabeça a seguinte pergunta: “O que mudaria na minha vida profissional se eu ganhasse na loteria?” Imediatamente me veio a resposta: “Nada!” A resposta que proveio do meu interior me deixou profundamente satisfeito, pois significou que dinheiro não me conduziria à uma profissão diferente. Para confirmar, fiz o teste com outras pessoas e na grande maioria a resposta foi: “mudaria de trabalho”, “abriria meu próprio negócio em outra área”. Qual será a sua resposta? Sabemos que falar, neste caso, escrever, é fácil, mas como disse Mestre DeRose, a vida só vale a pena se tivermos uma boa causa pela qual possa chorar ou sorrir, se possa viver ou morrer. Creio que a maior dificuldade é descobrir aquilo que queremos fazer da vida, aquilo que nos move, que nos faz sair da cama todos os dias para enfrentar o que der e vier de peito aberto, porque simplesmente amamos e acreditamos naquilo que fazemos! Tive a felicidade de fazer do meu hobby a minha profissão. Há 10 anos trabalhava como empresário no ramo calçadista; nunca foi uma paixão, mas era tradição familiar e havia as expectativas e afins. Até que um belo dia o Yôga cruzou o meu caminho, e o resto.. é história! Os poucos afortunados que conseguiram trabalhar com aquilo que gostam compreenderão claramente a próxima linha. Não há dinheiro no mundo que pague a satisfação e a harmonia proporcionadas pela paixão com que você executa sua profissão, tanto é, que alguns alunos me perguntam se não tiro férias e respondo que vivo em férias! “Seja o que for que deseje ou sonhe, comece agora. A ousadia possui magia, genialidade. Busque aquilo que sempre quis” Goethe Você pode pensar que o sentido disto tudo está arraigado nos “valores” que você aprendeu quando criança. Valores que te disseram que você iria conseguir através de um bom emprego com um bom salário, não tendo a mínima importância a sua vontade em dedicar sua vida àquilo ou não. “Você deve estudar para ter um bom cargo, ganhar bastante dinheiro para sustentar uma família algum dia, só assim vai encontrar a felicidade” Então tá, né? O valor das coisas é proporcionalmente igual à importância que você dá à elas! Não encare este artigo como uma visão utópica de um filósofo romântico. Reflita e lembre-se do principio kármico: para que possa existir uma reação deve haver uma ação. Evite se preocupar com o tamanho da ação, por mais minúscula que ela seja, tenha certeza de que ela lhe auxiliará muito naquilo que você quiser modificar. Uma vez perguntaram à um sábio: O que mais te surpreende na humanidade? Ele respondeu: "Os homens que perdem a saúde pra juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro pra recuperar a saúde. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido." Ééé amigo, como diria o bom e velho Caetano: “Não me amarra dinheiro não, beleza puuura” Thu, 01 Jan 1970 O "barato" de se estar lúcido. http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=34 Por Tatiana Marcondes Desde que iniciei minhas práticas de SwáSthya Yôga, meus hábitos de vida mudaram. Aos poucos fui inserindo algumas rotinas mais saudáveis e outras modificando. Tanto estas conquistas quanto as mudanças realizadas não ocorreram por pura e simples necessidade, mas ao contrário, desde que travei contato com uma nova filosofia de vida, meu conhecimento expandiu-se e conseqüentemente o mesmo aconteceu com meu leque de escolhas. Sabendo o que queria, foi simples operar tais mudanças. Para qualquer pessoa o primeiro passo para que algo novo e surpreendente aconteça é abrir-se para novas possibilidades e permitir-se escolher outro caminho. Quando parei de consumir bebidas alcoólicas (um hábito social que possuía), praticamente todos os meus amigos me disseram: “Você enlouqueceu, como assim, nem uma cervejinha mais?” No começo, realmente foi um pouco difícil imaginar-me saindo com meus amigos e não mais camuflando minha lucidez com um pouco de álcool. Porém hoje, ao me imaginar passando por uma dificuldade como esta, me custa algumas boas risadas. Ao mudar este hábito, não deixei de me divertir como fazia antigamente, pelo contrário, hoje me divirto muito mais, pois estando lúcida, vivencio mais e melhor as situações. É impressionante! Ao mudar um detalhe em minha vida, automaticamente outras semelhantes ocorreram naturalmente. Outra mudança significativa foi quando optei por deixar de ingerir carnes e tornar-me vegetariana. De início, a minha decisão foi por uma razão egóica, que acredito que aconteça com a maioria das pessoas. Quando minhas práticas de Yôga deixaram de ser corriqueiras e meus objetivos quanto à isso mudaram, me abstive de carnes. Minha principal razão era não querer mais que meu corpo recebesse alimentos “mortos”, resultante de dor e sofrimento, sem energia. Ingerindo carnes de animais, não conseguiria evoluir no Yôga. Quando fiz a escolha de parar com este hábito, comecei a me informar mais sobre o assunto, e a minha razão primeira e única, deu espaço a novas razões e a minha escolha manteu-se agora por motivos macros, interpessoais, de colaboração não apenas comigo, mas com meus semelhantes, minha sociedade e meu mundo. Novamente uma prova de que ao nos permitir ir por um outro caminho, nos permitimos expandir nosso conhecimento, ver de outra forma e no mínimo conhecer algo novo. Meu instrutor Fábio Euksuzian sempre diz: “É mais fácil escolher algo quando se tem menos opções, assim como ao entrar em um estacionamento, quando se tem apenas uma vaga, você a escolhe e pronto, e ao contrário, quando se tem muitas disponíveis, fica mais difícil saber em qual parar”. As inúmeras opções que a vida te oferece serão válidas a partir do momento que você sabe o caminho que deseja trilhar. Desta forma, estas diversas possibilidades enriquecem a sua escolha. E para que a vida o presenteie com este leque de escolhas, você precisa permitir-se e estar pronto para tal, e desta forma parte de você saber qual rumo dar a ela, e assim “mãos-a-obra”. Mas lembre-se que só é possível fazer as escolhas corretas, quando se está lúcido, sem os “baratos alucinógenos” que nos rodeiam. Para que nos livremos deles, basta primeiramente pararmos de achar que sabemos de tudo, e que este “tudo” é a verdade suprema. Paremos com a teimosia e a ignorância. Depois disso, começamos a olhar com “novos olhos” para as situações, enriquecendo nosso conhecimento e assim escolhendo o caminho a se trilhar. Uma ajuda? A prática diária do Yôga é um bom início. Primeiro, já entrará em contato com uma filosofia milenar de vida, despertando em você novas possibilidades. Depois, ao trabalhar o seu corpo, trazendo mais equilíbrio, força e flexibilidade; faça o mesmo com a sua mente e assim com suas atitudes, pois já é sabido que corpo e mente estão associados. E por fim, quando perguntado sobre o que seria Yôga, Mestre DeRose respondeu: “É qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao sámadhi”. Este termo sânscrito traduz-se como um estado de mega lucidez. Desta maneira, aí está a forma mais eficiente de se conseguir tudo o que falamos aqui. Vamos praticar? Thu, 01 Jan 1970 Introdução ao Yôga Antigo http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=35 No dia 31/1, sábado às 11h, o instrutor e diretor da Uni-Yôga Vila Olímpia Fábio Euksuzian ministrará o curso Introdução ao Yôga Antigo. Este curso é aberto ao público e indicado a todos que desejam travar conhecimento com a filosofia e metodologia do SwáSthya Yôga. Serão 2 horas dedicadas à teoria e 1 hora para prática. Investimento: R$95,00 Introdução à complexidade e beleza do Yôga arcaico, codificado e denominado no século XX da era cristã, de SwáSthya Yôga. Estudaremos sua prática em oito partes, suas fases e etapas, sistemas de graduação, hierarquia e toda a riqueza de conhecimento que envolve o Yôga Antigo. * Inscreva-se já e receba 1 mês de aulas gratuitas em nossa escola. * Para você que é nosso aluno, inscreva um amigo e receba o curso inteiramente gratuito. Equipe Vila Olímpia Contato: (11)3845-5933 vilaolimpia.sp@uni-yoga.org Thu, 01 Jan 1970 Blog do DeRose http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=36 O Mestre DeRose agora tem o seu blog. Acesse www.uni-yoga.org/blogdoderose Inclusive há uma novidade postada lá que será muito útil para você que é aluno e para nós instrutores: o Mestre finalizou a nova edição do livro Programa do Curso Básico. Estará disponível para todos nós a partir de fevereiro de 2009. Thu, 01 Jan 1970 Aprenda mais por muito menos http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=37 Para você começar 2009 com o pé direito, expandindo seu conhecimento e ainda economizando $, preparamos algumas promoções especiais para os cursos que acontecerão na Uni-Yôga Vila Olímpia. JANEIRO No dia 31/1 acontecerá o curso Introdução ao Yôga Antigo. Para você que quer travar conhecimento com a filosofia do SwáSthya Yôga, inscreva-se até dia 15/1 e receba 1 mês de aulas gratuitas em nossa escola. Para você que é nosso aluno, inscreva 1 amigo e receba o curso inteiramente gratuito. Aberto ao público FEVEREIRO Inscreva-se já no Ashtánga Sádhana com o Mestre DeRose, que acontecerá no dia 14/2 às 15h, e participe gratuitamente da Prática de Yôga em Dupla que acontecerá em nossa escola no dia 28/3. A prática com o Mestre DeRose é aberta apenas a alunos e ex-alunos da rede. Para saber mais sobre estes cursos, acesse o campo CURSOS E EVENTOS e imprima nossa agenda completa. Equipe Vila Olímpia. (11)3845-5933 vilaolimpia.sp@uni-yoga.org Thu, 01 Jan 1970 Produtos para presentear e ser presenteado http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=32 Preparamos um catálogo especial com os produtos da Uni-Yôga Vila Olímpia. São roupas e acessórios, não apenas para a prática de Yôga, como também para serem usados no seu dia-a-dia. Neste natal, presentei-se ou presente algum amigo querido! Para adquirir estes produtos, entre em contato conosco pelo telefone (11)3845-5933 ou no e-mail vilaolimpia.sp@uni-yoga.org. Thu, 01 Jan 1970 Diga-me o que pensas e te direi o que se tornarás. http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=30 Por Fábio Euksuzian. Se não me engano, foi a TV Cultura que há alguns anos exibiu uma matéria sobre pensamento positivo, formatação de arquétipos ou qualquer tema correlato. Lembro-me dela até hoje, pois dentre outras coisas, demonstrava um estudo feito com homens e mulheres de diversas áreas e isso, prendeu minha atenção. Era baseado em um exercício que consistia no poder de imaginação e não dispersão de algumas pessoas. Eles tinham que fechar os olhos e visualizar um enorme salão no qual se encontravam várias pessoas conhecidas, como o chefe e colegas do trabalho, parentes, amigos, ex-namorados (as) e afins. Em seguida, se imaginavam atravessando o salão carregando diversos copos cheios d’água dispostos em uma travessa. Executavam isso mentalmente por alguns instantes, abriam os olhos e iniciavam a breve narração do que havia ocorrido nas profundezas de sua imaginação. E para nossa confirmação de que como o ser humano ainda está anos-luz de conseguir controlar o que pensa, os relatos foram até engraçados. A maioria não conseguiu completar a travessia intacta. Durante o trajeto, imaginaram-se tropeçando em tapetes, derrubando os copos em cima do chefe, escorregando, e conseqüentemente sendo motivo de chacota para todo o resto do virtual público. Significativa a percepção da demasiada importância que eles e nós, de uma forma geral, damos à opinião das outras pessoas, pois, no meu entender, foi essa a razão básica para os acontecimentos acidentais deste exercício. Assisti este documentário uma única vez, e infelizmente nunca mais tive a oportunidade de revê-lo. No entanto, desde então, ele é freqüentemente citado nos meus cursos de mentalização, pois ilustra claramente o que chamo de auto-sabotagem em primeiro grau. Desde criança leio que devemos nos atentar aos pensamentos, pois eles se transformam em palavras, as quais por sua vez tornam-se ações que viram hábitos, e estes, controlarão nosso destino. Por isso, se lá em cima, no primeiro escalão, na nascente da primavera dos pensamentos, recebemos a ordenação errada ou confusa, todo o resto do processo será prejudicado. No famoso livro A Arte da Guerra, o general Sun-Tzu escreve: “Se as ordens do comando não forem bastante claras, se não forem totalmente compreendidas, então a culpa é do general” Trazendo isso para o tema deste artigo, se a informação que provém do corpo mental não for clara, os soldados das ações e do acaso, talvez não concluam da forma que o “chefe” havia previsto. Se você lidera alguma coisa, sabe muito bem do que estou falando. "Os pensamentos são como pedras: constroem, soterram e matam". Mestre DeRose É de fundamental importância que reeduquemos e treinemos nossa mente para que atue em parceria conosco e não contra. Não obstante, isso exige muita perseverança, treino e disciplina, pois, como disse certa vez, um mestre de Yôga hindu: “A conquista dos pensamentos é mais difícil que a conquista do mundo pelas armas”. E eu, meu amigo, possa atestar que isso é a mais pura verdade. Agora, preste atenção ao que existe em sua volta; quase tudo que vê, foi inicialmente pensado por alguém. E com o ambiente a sua volta não foi diferente, desde sua construção física, até projetos e ações estratégicas, tudo foi elaborado prévia e mentalmente por alguém. Primeiro formatamos o plano mental, para depois concretizarmos na dimensão material. Proponho, aqui e agora, um exercício para rápida averiguação do que tem refletido a sua mente. É uma forma de mapeamento das vibrações mentais. Pode até ser feito neste exato momento por você. Feche os olhos por alguns instantes e deixe sua mente vagar, sem que tente manipular os próprios pensamentos, ou em outras palavras, escolhê-los. Não interfira, seja simplesmente um mero espectador daquilo que brota nos sulcos de seu sub-consciente e inconsciente. À medida que as ondulações mentais brotam do “nada”, você deve catalogá-las com definições de positivo, negativo ou indiferente, de acordo com sua interpretação. Repito, é relevante a sua não interferência para a obtenção daquilo que deseja obter como resultado. Deixe fluir, como folha seca ao vento, e vá contando quantos positivos, negativos e indiferentes são gerados. Após alguns instantes que podem ser segundos ou minutos (fica a sua escolha), abra os olhos e cheque a contagem. No caso dos positivos terem chegado à frente, parabéns, é sinal que há um “otimismo” em algum lugar desta complexidade toda. No caso da indiferença ter vencido, vale uma observação investigativa: será que é algo próximo da equanimidade ou será que provêm da falta de perspectivas ou até mesmo, de ambição positiva? E se a produção de negativos foi maior, recomendo uma atenção especial às suas futuras flutuações psíquicas, para que lentamente, vá descobrindo as raízes desses moldes pensativos. Bem, trocando isso em miúdos para sua família, é necessário que as mentes de todo o material humano, desde os pais até os filhos, transitem com maior freqüência e naturalidade dentro de moldes qualificados para a obtenção do sucesso do que quer que se deseje. No entanto, não vamos confundir com a batida e muitas vezes tão mal exposta idéia de que é só pensar positivamente e tudo dará certo. Essa atitude interior é de extrema importância, mas não possuirá grande força se não estiver inserida dentro de uma grande teia de conceitos, compreensões e, sobretudo, ações. De pouco adianta, ficar somente na ideação de algo positivo sem realmente colocar suas ferramentas de ação em prol daquilo que foi arquitetado nos recônditos de sua cabeça pensante. Artigo publicado na edição 23 da Revista Vegetarianos e no site livrepensardoyoga.com Thu, 01 Jan 1970 Sacola Sustentável na Revista Vegetarianos http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=28 Na edição do mês de novembro da revista Vegetarianos, a nossa sacola sustentável saiu como destaque na seção Produtos. Esta sacola está sendo um sucesso de vendas, antes e após sua aparição na revista. Ajude-nos a preservar nosso planeta! Adquira já a sua e presenteie um amigo neste Natal, mostrando que você se preocupa, não apenas com o seu bem-estar, mas com o dele também. Clique na imagem ao lado e veja outras fotos. Consumo consciente. Thu, 01 Jan 1970 Muitas novidades para 2009! http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=29 A Uni-Yôga Vila Olímpia preparou uma série de eventos, cursos e aulas especiais para você em 2009. Adentre no campo Cursos e Eventos e veja o nosso Calendário já disponivel on-line. A escola fechará entre os dias 21/12 a 5/1. Neste período programe-se para praticar onde estiver, seja no campo, na praia ou em casa. Dica: carrege com você o CD e o livro Prática Básica. Fale com seu instrutor para adquirir o seu. Aproveite estes dias para descansar e preparar sua agenda para tudo o que programamos pensando em você. Boas festas. SwáSthya! Thu, 01 Jan 1970 Feliz 2009! http://www.universoyoga.org.br/textos.php?id=31 A semente indiana ao lado, chamada rudráksha, termo sânscrito que significa lágrimas de Shiva. Na mitologia hindu, quando Shiva avista o caos no qual se transformou o mundo, chora, e suas lágrimas escorrem pelos seus cabelos, transmutando-se em sementes sagradas ao tocarem na terra. Desejamos que você em 2009, consiga traduzir todo e qualquer tipo de situação e sentimento em nobres ações e felizes realizações. Essa decisão será nosso presente para o mundo e para nós mesmos nesta época de festa. Com carinho, Equipe Vila Olímpia Thu, 01 Jan 1970